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| João Paulo Mury |
Nos dias 3,
4 e 5 de setembro de 1982, em Juiz de Fora (MG), foi realizada a II Taça Brasil
de Futebol de Mesa, promoção da Liga Juizforana de Futebol de Mesa, com apoio
da Prefeitura Municipal, Secretaria de Educação, Curso CAVE, A. A. Academia e
CESPORTE.
Os jogos foram
realizados no ginásio da Academia e os técnicos visitantes hospedaram-se no
CESPORTE-Centro de Apoio ao Esporte Amador.
Participaram
24 técnicos de 7 Estados do Brasil, a saber:
Santa
Catarina: Valter Silva, do Continental, de Florianópolis;
São Paulo:
José Geraldo Standke, de Jacareí, e Toninho, da A. E. São José, de São José dos
Campos; Guilherme Fujimoto, do Pop’s, de Santos; Ronald Nucci e Florival Nucci,
do FAN, de São José dos Campos;
Amazonas:
José Carlos Mattos, da Galaxia Jocamar, e João Martins, da Amazonas;
Paraná:
Paulo Freitas (AABB) e Gilson Ferreira, do Platinense, de Santo Antônio da
Platina;
Minas
Gerais: Sérgio Burnier e Benjamin Abaliac, do Grêmio Mineiro, de Belo
Horizonte; Gilson Nogueira (Tupi), André Godoy (SESC), Renato Baumgratz
(Academia), Washington Luiz (Guaragil), Jean Paulo Kamil (Ex-Alunos da
Academia) e Carlos Augusto Bittar (Juizforano), todos de Juiz de Fora;
Rio de
Janeiro: João Paulo Mury (Rio), José Pires (ACFB) e José Ricardo Lage (Boa
Vista).; e
Distrito
Federal: Antônio Carlos Almeida (UDF), Mauro Moura (Ceub) e San Tiago Gusmão
(Serrano), de Brasília.
A II Taça
Brasil foi dividida em quatro fases.
As
semifinais apresentaram os seguintes resultados: Ronald Nucci 2 x 0 San Tiago
Gusmão e João Paulo Mury 1 x 0 Antônio Carlos Almeida.
Na decisão
do 3º lugar, Antônio Carlos venceu San Tiago Gusmão por 1 x 0.
E, na grande
final, o placar de 1 x 0 de Mury sobre Ronald deu o título ao técnico carioca.
José Pires
foi o quinto colocado, Guilherme Fujimoto o sexto, José Ricardo Lage o sétimo,
Renato Baumgratz o oitavo, Mauro Moura o nono colocado e Washington Luiz o
décimo.
Assim, os
três técnicos de Brasília ficaram entre os dez primeiros colocados.
Nos 52 jogos
realizados foram assinalados 153 gols (média de 2,95 gols por jogo). Os ataques
mais positivos foram os de San Tiago Gusmão e Ronald Nucci, com 15 gols,
seguidos pelos de Antônio Carlos Almeida e João Paulo Mury, com 13. A defesa menos vazada foi
a de João Paulo Mury, com apenas um gol contra.

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